quarta-feira, 19 de setembro de 2007

2º Dia da Semana!





Na segunda noite da semana, contou com as apresentações dos grupos "Dança para Todos", do CIER, oficiona "O Giro da Bailarina"com Keyla Ferrari Lopez e por fim, do grupo "Mãos que Evangelizam", onde, quem abrilhantou com seu jeito descoantraido foi o casal Edson e Márcia.




Grupo "Dança para Todos"



Edson relatou sua experiência como conviver nesta sociedade como surdo profundo. Contou com a tradução da Márcia que usou a linguagem de sinais. Edson estava muito descontraído e arrancou risos da plenária com seu jeito espontâneo em contar a sua história e de outros surdos.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

2º Dia! Participe

Não deixe de participar do 2º Dia da Semana das Pessoas com Deficiência.


Neste dia 18/9 – às 19h
Com a apresentação do Grupo “Dança para todos” do CIER, oficina “O Giro da Bailarina”, com Keyla Ferrari Lopes e ainda, contará ainda com a apresentação do grupo”Mãos que Evangelizam”

Local: EMEF Remanso Campineiro

Contamos com sua presença!!!!!

1º Dia da Semana!


A 1º Semana das Pessoas com Deficiência de Hortolândia começou a todo vapor. Logo no primeiro dia, pela manhã, o Gabinete do Vereador Toninho Evangelista, juntamente com a Participação Popular da Prefeitura Municipal de Hortolândia, e Cadefi, abriram a Semana com a mobilização no semáforo, na rua Luis Camilo de Camargo, esquina com a Zacarias Camargo, divulgando o evento.
O evento teve continuidade no período da noite, na EMEF Jardim Amanda III, quando Toninho Evangelista abordou a importância dos profissionais se dedicarem ou se especializarem no cuidado com as diversas deficiências. “É muito difícil, principalmente para a pessoa que adquiri a deficiência, a depressão e a solidão acaba sendo companheiras destas pessoas. As pessoas ditas ´normais`, ainda estão longe de se sensibilizarem com esta causa” , afirmou Toninho.
A noite também contou com os depoimentos marcantes dos deficientes físicos Ademir e Clésio, que participaram do processo de construção da 1 º semana das Pessoas com deficiência. Os dois dividiram com os participantes as experiências e as dificuldades enfrentadas por um deficiente físico e a importância de “despertar para uma novo amanhã”

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

1ª semana das pessoas com deficiência

Click para Ampliar

Com o tema “Despertar para um novo amanhecer”, acontece em Hortolândia, entre os dias 17 e 21 de setembro, a 1ª semana das pessoas com deficiência. O evento é realizado pela Prefeitura com o apoio do mandato do vereador Toninho Evangelista.
Ao longo da semana, serão realizadas diversas atividades com o objetivo de conscientizar a população a respeito das questões relacionadas à deficiência, procurando despertar todos os segmentos da sociedade.


quinta-feira, 13 de setembro de 2007

“MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO AOS ORGANIZADORES DO DESFILE DE 7 DE SETEMBRO NA CIDADE DE HORTOLÂNDIA”

O Vereador Toninho Evangelista apresentou nesta terça (11/09), na Sessão da Câmara, a “MOÇÃO DE CONGRATULAÇÃO À MARCHA DAS MARGARIDAS”, que foi aprovada pelos nobres vereadores desta casa.
Segue um trecho da moção:

Sete de setembro, o Dia da Independência ou da Pátria! Dia de desfiles e manifestações em quase todas as cidades brasileiras. As escolas, as Igrejas, movimentos sociais, entre outros, se revestem deste tema, alguns refletindo mais sobre sua realidade local, outros abrangendo temas mais amplos, como neste ano a realização do Plebiscito Popular da reestatização da Cia Vale do Rio Doce.

Hortolândia deu sua contribuição com a reflexão Do Dia 7 de Setembro. Escolheu como tema “Hortolândia na Região Metropolitana de Campinas: O Brasil que prospera. As escolas municipais, estaduais e particular, Grupo da Melhor Idade, CIER, EJA, Polícia Militar, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e secretarias de Educação; Cultura, Esporte e Lazer; Saúde; Segurança; Cidadania, Trabalho e Promoção Social; e Obras e Serviços Urbanos. Trataram com muita criatividade dos principais entraves e ao mesmo tempo das conquistas que Hortolândia já obteve neste últimos anos. O desfile contou também com o Grupo de Pessoas com Deficiência e apoiadores que estão contribuindo na criação do Conselho Municipal da pessoa com deficiência na cidade - Despertar para um novo amanhã, e por fim, O Grito dos Excluídos e Excluídas com o tema: Isto não Vale. o recado foi deixado na avenida para mais de dois mil participantes.

Estou convicto, que são iniciativas como estas que incluem as pessoas, as organizações e a sociedade como um todo e garantem o resgate da cidadania, da história de nação, da nossa cultura e por que não de nossa religiosidade.

A comunidade hortolandense pôde apreciar a beleza das escolas, a organização e o cuidado dos detalhes para que o desfile pudesse ter um toque especial de civismo, criatividade e alegria.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Retomar a Vale é um dever de todos

EDITORIAL
Brasil de Fato
21.08.2007


Trata-se da maior produtora de minério de ferro mundial (com reservas comprovadas de 41 bilhão de toneladas), e a segunda maior mineradora do mundo em variedade de minérios, sendo a principal produtora de bauxita, ouro (cujas minas, grandes e lucrativas, foram abertas pouco depois do leilão) e alumínio da América Latina; dona de 72% das reservas brasileiras de titânio (o Brasil é o maior detentor do minério). Além disto, a empresa possui a maior frota de navios transportadores de grãos do mundo, e controla uma malha ferroviária de mais de 9 mil quilômetros de extensão. Criada na década de 40 com recursos do Tesouro Nacional (portanto, > recursos públicos), e desenvolvida sob gestão do Estado, a Companhia Vale do Rio Doce foi privatizada durante o governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), no bojo da política que entregou ao capital privado dezenas de outras empresas pública lucrativas, como a Embratel, a Light, Companhia Siderúrgica Nacional, o Banespa, a Eletrobrás, a Telebrás, a Telesp, etc. O discurso era simples e simplório, mas se prestava bem à propaganda e ao auê da grande mídia. A justificativa do governo para se desfazer das estatais era: arrecadar dólares com a venda das empresas e, assim, reduzir a dívida externa (do Brasil com o resto do mundo) e a dívida interna - isto é, diminuir a dívida aqui dentro do país, do governo federal e dos Estados. Detalhe: essas dívidas eram pagas aos mesmos interessados na compra das estatais, que detêm os títulos do endividamento público. Assim a Vale, com um patrimônio avaliado, hoje, em 129 bilhões de reais, foi entregue nominalmente ao Bradesco por apenas R$ 3,3 bilhões em abril de 1997. Na verdade, porém, ninguém sabe ao certo quem a comprou. Supõe-se que o Bradesco funcionou apenas enquanto testa-de-ferro do capital estrangeiro. O fato é que, um ano após a privatização a empresa gerou um lucro líqüido de mais de R$ 4 bilhões e, em 2005 gerou dividendos de R$ 10 bilhões repartidos entre os acionistas.> O que restou do e do assalto ao patrimônio público é sobejamente conhecido: as dívidas interna e externa aumentaram, o dinheiro da privatização "evaporou" e as vendas se mostraram "um negócio da China" apenas para os capitalistas. Mas a resistência a esse assalto, começou já no momento em que se anunciou a decisão de leiloar (vender) a empresa - o escândalo era por demais óbvio. Dezenas de organizações, advogados e juristas entraram com ações tentando impedir a privatização da Vale. Mas o governo FHC acionou um exército de mais de 200 advogados que, orquestrados com uma forte pressão política sobre o Judiciário, conseguiu barrar diversas liminares que adiavam o leilão. Apesar disto, as ações prosseguiram. Eram mais de 100 contestando a validade do leilão. Finalmente, em dezembro de 2005, o Tribunal Regional Federal (TRF), em Brasília, decidiu reavaliar a questão, retomando 69 daquelas ações que pediam a anulação do leilão que vendeu a Vale. No processo em questão, analisado pelo TRF, o governo federal e o BNDES - além do ex-presidente FHC - são tratados como réus Apesar do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), senhor Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua campanha de 2001, num debate sobre as privatizações levadas a cabo pelo seu antecessor, ter se referido à questão da Vale e atacado sua venda, como já era de se esperar, até agora seu governo não se manifestou, nem em termos políticos, nem nos autos. Quem sabe, este 3º Congresso do partido do presidente, que deverá se reunir nos últimos dias deste mês, decida se pronunciar sobre o assunto, e levar o seu líder a abandonar a passividade e o silêncio.> De qualquer modo, a campanha "A Vale é nossa" está nas ruas, e esperamos colher uma vitória tão importante, quanto aquelas que conquistamos quando
impedimos que construíssem uma base militar dos Estados Unidos em Alcântara no Maranhão, e inviabilizamos a Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Participe você também da nossa luta. Engaje-se no Plebiscito Popular

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

UM PLEBISCITO PARA VALER

D. Demétrio Valentini
Nestes dias de “Semana da Pátria”, está em andamento em todo o Brasil uma iniciativa que tem tudo a ver com nossa responsabilidade de cidadãos. Realiza-se um plebiscito, por iniciativa popular, convidando-nos a tomar posição diante de questões fundamentais para o nosso projeto de país. A principal delas se refere à polêmica privatização da Companhia Vale do Rio Doce, ocorrida em 1997, e que até hoje está pendente de legitimação, dadas as muitas ações judiciais que questionam a lisura do leilão, polo qual a Vale passou das mãos do Estado Brasileiro para os consórcios particulares que a arremataram.
Além desta questão específica, o plebiscito coloca para a reflexão dos cidadãos o peso da dívida interna e externa, a política energética e a situação da previdência social.
Independente do mérito específico de cada uma destas amplas questões, o plebiscito já se justifica pelo fato de convidar os cidadãos a refletir e a tomar posição sobre problemas que incidem fortemente sobre a vida do povo brasileiro. Neste sentido, o plebiscito tem o caráter pedagógico, oferecendo a oportunidade de conhecer melhor os dados de nossa realidade, suscitando o debate democrático sobre ela, e estimulando um posicionamento responsável a seu respeito.
Olhando o contexto em que o Brasil se encontra hoje, com o povo perplexo diante da persistência de problemas que as instâncias dos poderes constituídos não conseguem resolver, resulta urgente a intervenção direta do povo, através dos instrumentos que a possibilitam. O plebiscito é o principal deles.
Sem a participação direta da cidadania, é manca qualquer democracia. Sem o respaldo popular para o enfrentamento das grandes questões, é fraco todo governo. O exercício da democracia direta se torna cada mais imprescindível.
Com isto fica também evidenciada a urgência de regulamentar o Artigo 14 da Constituição Federal, que estabelece os instrumentos da democracia direta, como o plebiscito, o referendo, e a iniciativa popular de lei. A demora dos poderes constituídos em tomarem esta providência, ressalta ainda mais a importância do povo manifestar sua vontade por iniciativa própria, como acontece neste plebiscito que está sendo realizado neste dias.
Sua motivação principal gira em torno da Companhia Vale do Rio Doce. Já o tamanho desta empresa, a maior mineradora do mundo, que explora as riquezas minerais do subsolo brasileiro, apresenta um amplo leque de questões, que o plebiscito quer levantar, para serem mais conhecidas e debatidas. Um dado que salta aos olhos é a desproporção do preço pago por ela, se comparado com o valor do seu capital e com os lucros auferidos por ela.
O plebiscito visa apontar aspectos bem concretos e individualizados a respeito da Companhia Vale do Rio Doce. O primeiro deles se refere ao leilão no qual a Vale foi arrematada. Existem 107 processos no Judiciário, questionando a validade deste leilão. Pois bem, o plebiscito quer urgir o Judiciário, para que dirima de vez esta questão, com todos os desdobramentos que a sentença implicar.
Ao mesmo tempo, o plebiscito quer evidenciar o caráter público, que uma companhia como a Vale do Rio Doce tem por sua natureza e por sua incidência na vida dos brasileiros. O plebiscito quer recuperar a dimensão pública da Vale do Rio Doce, independente do seu estatuto jurídico. Quem mexe com as riquezas do subsolo brasileiro tem inalienável compromisso público com a nação brasileira.
Dado este caráter público de uma empresa como a Vale, é urgente que ela esteja integrada no projeto de desenvolvimento nacional, a serviço do qual devem ser colocadas suas atividades. De maneira especial, a Vale precisa ter incidência no desenvolvimento local, nos lugares em que ela exerce suas atividades.
Outro aspecto que precisa ser cobrado da Vale é atenção para com o meio ambiente. Não podemos permitir uma Vale que traga enormes lucros para os seus acionistas, e grandes prejuízos para o próprio Brasil.
De modo que este plebiscito tem muitas motivações, e é para valer de fato. Tanto mais somos convidados a manifestar nossa posição, respondendo às questões que ele levanta.